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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Analise de Dead Space 3


Quando o primeiro Dead Space foi lançado em 2008, muita gente perdeu o sono por algumas semanas enquanto ajudava Isaac Clarke a vencer uma batalha contra os perversos Necromorphs. Quase três anos mais tarde, foi a vez de Dead Spacechegar ao mercado para provar que a franquia poderia sim se consolidar como sendo uma das mais promissoras da última década.
Neste ano, eis que a Electronic Arts e a Visceral Games se uniram para lançar mais um capítulo das aventuras do heroico Isaac Clarke, que desta vez terá a companhia de John Carver. Graças a esta união, os jogadores ainda terão mais uma chance de experimentar um game do gênero survival horror, que não tem sido muito popular nos consoles da sétima geração.
Com isso, a primeira característica que é importante ser mencionada antes que esta análise prossiga é que o caráter de terror deste terceiro Dead Space foi mesclado à ação e ao tiroteio. Portanto, os jogadores que estão mais habituados aos dois primeiros games da série certamente notarão uma queda no número de sustos e de locais aterrorizantes — como acontecia no início da franquia.


Logicamente, a gravidade zero (“zero-G”) ainda é uma realidade no game, e o desmembramento de inimigos continua sendo a maneira mais inteligente de encarar os monstros. Os passeios espaciais aumentaram, e a presença de John Carver vai dar um novo gás nas aventuras do azarado engenheiro (com conhecimentos alienígenas) Isaac Clarke. Será que vai prestar?
Aprovado

Ambientação incrível de todo o universo
Nos dois primeiros games da franquia de luta contra os Necromorphs, Isaac geralmente se encontrava confinado em naves espaciais ou em outros locais bastante fechados e pouco arejados. Desta vez, a alternância de locações leva a dupla de protagonistas a planetas diferentes, naves espaciais grandes e, a transportes menores.

Em qualquer que seja o caso, o ambiente sempre entrega uma sensação de tensão e de insegurança. Mesmo que não haja nada em sua frente, como no caso do mundo da tempestade de neve, você nunca se sente seguro o suficiente para afastar seu dedo dos botões de tiro.
Sistema de combate continua magnífico
Em termos de interface com o jogador, Dead Space é pioneiro em diminuir a quantidade de informações na tela e usar a própria armadura dos personagens para demonstrar as informações úteis. A mecânica de movimentação e de combate também é incrível, pois os confrontos são dignos de jogos de ação, sem que o clima de tensão seja substituído por uma correria e por simples empolgação de atirar.
É sempre preciso que os jogadores atirem objetivamente e tomem decisões rápidas em meio ao campo de batalha. A munição nunca é o suficiente para matar um Necromorph se você não intencionar o desmembramento da criatura. A possibilidade de utilizar as próprias partes arrancadas da criatura para empalar o bicho ainda deixa os jogadores sorrindo de orelha a orelha.
Mais do que “um coleguinha" no campo de batalha
Podemos fazer vários apontamentos sobre as características de Dead Space 3 e tudo o que o game entrega aos jogadores. Mas é certo que, quando a EA anunciou na E3 do ano passado que o jogo estava em processo de desenvolvimento, nada chamou mais a atenção dos gamers do que saber que o vindouro título contaria com modo cooperativo.


A desconfiança acabou se tornando expectativa, e Dead Space 3 mostra que foi construído para ser jogado em dupla — e não sozinho. A parceria entre os dois protagonistas favorece não só o avanço durante a jogatina, como também mostra muitos mais detalhes da história, diálogos extras e até permite que você realize algumas missões opcionais. Aprovadíssimo!
Por favor, levante o volume!
O design sonoro de Dead Space é digno de comparações com as melhores obras cinematográficas existentes. A trilha sonora do game é parte integrante da jogabilidade, sendo que ela atua quase como um personagem que acompanha Isaac e John o tempo inteiro. Prova disso é que, se você tirar o som do jogo nem que seja por apenas um instante, parece que você está sozinho no mundo.

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